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“HAY QUE LEER”

Qualquer que seja a ideologia e o regime que regem os países em desenvolvimento,  na sua luta desesperada para “emergir” e ocupar um lugar de respeito no conceito das nações, a Educação e a Cultura, não poderia deixar de ser reconhecidas como alavanca principal para se alcançar o progresso.

         Na primeira oportunidade que tive de visitar Cuba, representando os editores brasileiros na Feira Internacional do Livro de Havana, me deparei com um enorme painel na entrada da feira com a insinuante frase.

.“Nosotros no pedimos que crean, mas que lean”.

         Mesmo admitindo na frase uma forte conotação anti-religiosa, reflexo certamente do dogma marxista que identifica na religião o ópio do povo, pode-se emprestar a ela, qualquer que tenha sido a intenção inicial, um significado mais amplo e mais universal, que convida o povo a ler, antes de abraçar uma ideia, uma profissão, uma ideologia e, por que não dizer, também uma crença religiosa.

         Assim, parece ser consenso identificar no solitário ato de ler o primeiro e decisivo passo para que a luz se faça em qualquer atividade, sobre qualquer assunto, mesmo que seja para melhor contestar, com o necessário conhecimento de causa e mais apurado senso crítico.

         Mas atribuir ao livro e ao hábito da leitura somente um único e importante fator no desenvolvimento da Educação e da Cultura, no sentido meramente material, é muito pouco.

        

         Com toda a ciência e a tecnologia à disposição dos meios de comunicação de massa e de informação, que a cada dia mais se sofistica, o jovem desde tenra idade, que já nasceu “teveguiado”,  é submetido a um verdadeiro e diuturno bombardeio de informações e de insinuantes apelos, que o induzem à competição desenfreada, e à crença de que o melhor é o mais esperto e o que chega primeiro, qualquer que seja o meio empregado para vencer.

         Na sociedade de consumo, verdadeiro campo de batalha para se ocupar um lugar ao sol, não existem concessões e nem se prevêem acordos.

         A competição, encarada no mal sentido, embrutece o homem, que passa a ver no seu semelhante um mero competidor a ser vencido.

         A esse propósito, Charles Chaplin, já proclamava em um trecho do “Último Discurso”: – 

Pensamos em demasia e sentimos pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes a vida será de violência e tudo estará perdido”.

         Nem de longe pensarmos em condenar a sadia competição, que gera o necessário estímulo, mola mestra que determinou e conduziu a evolução da humanidade em todos os campos de atividade.

O que não se percebe é que o ser humano é muito mais do que um intelecto a ser treinado ou uma máquina de produzir lucros. Ele tem e depende, para o seu pleno e harmonioso funcionamento, aspectos muitas vezes até mais importantes, como as emoções, o psiquismo, as energias e o espírito, que também precisam ser conhecidos, treinados e respeitados.

         Mas é um equívoco pensar que a educação acadêmica é suficiente para tornar um homem mais humano do que outro. A história tem mostrado que os maiores atos de violência perpetrados contra a humanidade foram e têm sido obra de homens de reconhecida cultura acadêmica.

         Na administração pública, ou em grandes corporações, o chamado crime de “colarinho branco” é praticado certamente por profissionais de respeitável escolaridade. 

         Difícil e pretensioso determinar regras para a imprevisível condição humana, mas  parece indiscutível que, mais consciente e preparado, o jovem tem maiores probabilidades de se distanciar das drogas, dos vícios e, em consequência, de todo o tipo de violência.

Antes de se inserir na globalização que a vida moderna exige e abrir em leque seus relacionamentos, através das atuais formas de comunicação para a instrução e para o progresso o jovem deve “vacinar” seu espírito, por meio de sua interiorização e do despertar de seus sentimentos, mantendo-se em estado de alerta, para impedir que se torne excessivamente cerebral, em detrimento dos seus valores humanos.

         Assim, quase tanto quanto o ato de orar, o isolamento e a concentração que a leitura requer, e o envolvimento com os diferentes perfis dos mais variados personagens, em diversas situações e paisagens, provoca no leitor reflexão e senso crítico, além de permitir traçar paralelos com o seu cotidiano.

         Romance, poesia, biografia, história, filosofia, relato de viagens, crônicas, etc., são textos que a priore parecem não oferecer maiores aptidões para o desempenho de uma profissão, porém o propósito do autoconhecimento  é o primeiro passo para a conquista do desenvolvimento interior, como já pregava Santo Agostinho, e a leitura por prazer é a melhor forma de investir na sua evolução, tornando-se mais sensível e tolerante, com condições de melhor desempenhar sua profissão, porque em qualquer atividade, se destacará quem melhor compreender seu semelhante.

         O bom senso e a experiência também nos ensinam a temer o homem de um livro só, certamente a razão pela qual o poeta aconselhava muitos livros:

“Livros, livros à mão cheia

E manda o povo pensar”…

Cosmo Juvela

” Cristologia – Monofista “

Introdução

Ao estudar teologia não se pode ler apenas o que queremos, temos que analisar todos os pontos de vista, para construirmos um pensamento coerente e não sermos taxados de ignorantes.

O tema a seguir faz relatos de uma doutrina chamada de “monofismo” conforme seu idealizador Eutiques, afirma que as naturezas humana e divina de Cristo foram fundidas em uma natureza única (mono): e que sua natureza humana teria “se dissolvido como uma gota de mel no mar”. Sendo assim, os monofistas não acreditavam que Cristo possuía duas natureza, a divina e a humana, esse movimento foi condenado e concebido como doutrina herege na concepção católica, conforme Concilio de Calcedônia em 451.

A igreja evangélica em sua doutrina também acredita que Cristo possuía as duas naturezas, tanto a humana como a divina. Conforme relatos bíblicos, não há embasamento para afirmar que Cristo tinha apenas a natureza divina, como podemos ver em Mateus 1;18 – Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo.

A concepção foi da união divina com a união humana, ou seja, Maria engravidou pelo Espírito Santo. Fica lógico afirmamos que Cristo possuía as duas naturezas, tanto a humana como a divina. A narrativa bíblia deixa claro, para dar credibilidade ao monofismo a bíblia teria que afirmar que Cristo não foi gerado de Maria e sim somente do Espírito Santo, o que não faz sentido algum!

Devemos analisar também quem foi Eutiques e qual o propósito dele em propagar essa doutrina monofista, qual o impacto teria na fé e doutrina cristã?

Conforme a fonte Wikipédia, a enciclopédia livre

Eutiques foi um monge de Constantinopla, que fundamentou a heresia do monofisismo. Eutiques negava que Cristo, após a encarnação, tinha duas naturezas perfeitas. Nasceu no ano de 378, provavelmente em Constantinopla. Ingressou na vida monástica em um monastério da capital, onde teve como superior um abade de nome Máximo, ferrenho adversário do nestorianismo. Nascia assim, graças à sua formação religiosa, um repúdio intransigente pelas doutrinas que versavam sobre a existência de duas naturezas em Cristo.

Já como sacerdote, Eutiques começou a participar ativamente das questões doutrinárias.

Pelos idos de 440, ele converteu-se numa figura de grande projeção no monofisismo em Constantinopla e, quando subiu ao poder, em 441, principiou uma campanha fulminante contra o nestorianismo, atacando a todos a quem julgava suspeitos. Assim ele denunciou a Teodoreto de Ciro, Ibas de Edessa, Domno II de Antioquia (442-449) e até Flaviano de Constantinopla fora denunciado em uma carta enviada por ele à sé romana.

Em 8 de novembro de 448, num sínodo regional em Constantinopla presidido pelo patriarca Flaviano, Eusébio de Dorileia, um dos primeiros que haviam sido denunciados por ele como adepto ou simpatizante do nestorianismo, acusou-o de heresia. O sínodo, depois de uma turbulenta onda de acontecimentos políticos, concluiu pela condenação de Eutiques como herético.

Torna-se muito difícil saber precisamente qual a base fundamental da doutrina cristológica defendida por Eutiques, seja porque nenhum de seus escritos sobreviveu até os tempos presentes ou mesmo pela imprecisão ou inconsistência da mesma. Pode-se considerá-lo, entretanto como o criador ou inspirador do monofisismo, ou seja, a consideração de uma única natureza em Cristo, que as duas naturezas se fundiram em uma única depois da encarnação e que ele, Cristo, não seria humano.

Definição

Monofismo é a doutrina que contraria a definição da igreja ortodoxa a respeito das duas naturezas completas de Jesus Cristo, a humana e a divina.

Monofisismo (do gregomonos – “único, singular” e physis – “natureza”) é o ponto de vista cristológico que defende que, depois da união do divino e do humano na encarnação histórica, Jesus Cristo, como encarnação do Filho ou Verbo (Logos) de Deus, teria apenas uma única “natureza”, a divina, e não uma síntese de ambas. O monofisismo é contraposto pelo diofisismo, que defende que Jesus preservou em si as duas naturezas.

Historicamente, o monofisismo se refere primordialmente à posição dos que (especialmente no Egito e, em menor grau, na Síria) rejeitaram as decisões do Concílio de Calcedônia em 451 (o quarto concílio ecumênico). Os membros mais moderados entre eles, porém, defendem a teologia “miafisita“, que se tornou a oficial para as Igrejas Ortodoxas Orientais. Muitos ortodoxos orientais, porém, rejeitam essa classificação, mesmo como um termo genérico, mas ele é amplamente utilizado na literatura histórica.

Após o Concílio de Calcedônia, a controvérsia monofisita (juntamente com outros fatores institucionais e políticos, além de um crescente nacionalismo) levaram a um duradouro cisma entre as Igrejas Ortodoxas Orientais de um lado e as Igrejas Ortodoxas e a Igreja Católica de outro. O conflito cristológico entre monofisismo, diofisismo e suas sutis combinações e derivações durou do século III até o VIII e deixou sua marca em todos os concílios ecumênicos, com exceção do primeiro. A vasta maioria dos cristãos atualmente pertence às chamadas igrejas “calcedônias”, ou seja, a Católica Romana, a Ortodoxa e as igrejas protestantes históricas (que são as que aceitam a autoridade de pelo menos os quatro primeiros concílios). Todas elas sempre consideraram o monofisismo como sendo herético.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Monofisismo

Miafisismo (também chamado de henofisitismo) é uma fórmula cristólogica das igrejas ortodoxas orientais e de várias outras igrejas que aderiram somente aos três primeiros concílios ecumênicos. O miafisismo afirma que na pessoa una de Jesus Cristo, Divindade e Humanidade estão unidas em uma única ou singular natureza (physis), as duas estão unidas sem separação, sem confusão e sem alteração[.

Historicamente, cristãos calcedonianos tem considerado o miafisismo em geral como “agradável” numa interpretação ortodoxa, mas eles, de toda forma, percebem o miafisismo das Igrejas ortodoxas orientais como uma forma de monofisismo. As Igrejas ortodoxas orientais rejeitam esta caracterização.

As duas naturezas

 A palavra natureza denota substância ou essência. “São as propriedades de uma substância que fazem parte do que ela é mas, não a forma individual que ela possa assumir”.

  W.G.T.Shedd, Dogmatic Theology, Nashiville: Thomas Nelson Publishers,  vol 2, pág 291

Conclusão

Monofistas – uma única natureza

Embora os termos parecem complexos e de difícil entendimentos, vemos apenas o modo como alguns seguem a respeito da cristologia, sendo que os monofistas negam que Cristo tinhas duas naturezas perfeitas. (do gregomonos – “único, singular” e physis – “natureza”) ou seja, uma “só natureza”.

Diofisismo – duas naturezas

Já os diofisismo, também difisismo, é um termo teológico utilizado para identificar um particular ponto de vista cristológico sobre o entendimento de como as naturezas humana e divina se relacionam na pessoa de Jesus Cristo. O termo vem do grego e significa literalmente “duas naturezas“. Nesta interpretação, se refere às duas naturezas distintas existindo em uma única pessoa, una e singular, de Jesus (união hipostática).

Síndrome do Narcisismo

Narcisismo é o amor de um indivíduo por si próprio ou por sua própria imagem. O termo “narcisismo” vem do mito grego de Narciso, um bonito jovem e indiferente ao amor que ao se ver refletido na água apaixonou-se pela própria imagem refletida.

O conceito de egoísmo excessivo tem sido reconhecido ao longo da história. Na Grécia antiga, o conceito foi entendido como arrogância.

narcisismo tem o seu nome derivado de Narciso e ambos derivam da palavra grega narke (“entorpecido”), de onde também vem a palavra narcótico. Assim, para os gregos, Narciso simbolizava a vaidade e a insensibilidade, visto que ele era emocionalmente entorpecido às solicitações daqueles que se apaixonaram pela sua beleza.

Sintomas mais comuns de um Narcisista

  1. Irritação, nervosismo e reação até agressiva quando contrariado são sintomas comuns entre pessoas narcisistas, já que não lidam bem com frustrações e rejeições por terem ego inflado.
  • Desobediência proposital a ordens e desconforto ao ser repreendido.
  •  Discordar sempre das orientações que recebem e, por se acharam acima dos melhores, raramente admitem erros e preferem culpar os outros por equívocos ou coisas que dão errado.
  • Normalmente arrogantes, não se constrangem em cometer atitudes abusivas com subordinados ou pessoas próximas.
  • A necessidade constante de ser o centro das atenções é marca registrada dos narcisistas. 
  • Ambiciosos e com dificuldade em ter empatia, são capazes de tudo para obter o que desejam, mesmo que signifique prejudicar todos.
  • São auto-centrados e prepotentes.
  • Procuram atenção constante e admiração.
  • Consideram-se melhores do que outros.
  • Exageram os seus talentos e realizações.
  • Acreditam que eles têm direito a tratamento especial.
  • São facilmente feridos, mas podem não mostrar.

Evangelho Narcisista

A história é bem antiga e parece um pouco fictícia também, mas ao se aplicar a nossa realidade deixa claro e evidente temos traços completamente reais de que o “Transtorno Narcisismo” aconteceu e ainda acontece em nosso meio, pois esse é um tipo de atendimento comum nos consultórios de psicanálise.

Sem se dar conta, convivemos com uma sociedade que têm esse transtorno de personalidade.

Tomando como base o que disse Jesus:

“Amarás o teu próximo como a ti mesmo –  Mateus 22;39”

Paulo em sua epistola aos Coríntios também foi enfático:

“Sejais os meus imitadores, assim como sou de Cristo. I Co 11;1

Através desses registros fica claro que o Evangelho de Cristo é:

“Sermos um canal de bênção para todos em todo o mundo”

Só que a nossa realidade está muito distante disso. Pois, o cenário que presenciamos hoje é típico de um evangelho com transtorno de personalidade, Diagnosticado como:

“Síndrome de Narcisismo”

E quais são os diagnósticos de uma pessoa acometida pelo Narcisismo?

  1. Irritação, nervosismo e reação até agressiva quando contrariado são sintomas comuns entre pessoas narcisistas, já que não lidam bem com frustrações e rejeições por terem ego inflado.

Refutação: Egoísmo e não propenso a mudar de vida por causa da verdade que é pregada “Conhecereis a verdade e a verdade vós libertará” João 8;32

  • Desobediência proposital a ordens e desconforto ao ser repreendido.

Refutação: Nunca aceita ser corrigido e faz questão de mostrar total desprezo e sair falando (Pastor não manda na minha vida eu faço o que eu quero e achar melhor )”

 Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossa alma, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil. Hebreus 13:17

  •  Discordar sempre das orientações que recebem e, por se acharam acima dos melhores, raramente admitem erros e preferem culpar os outros por equívocos ou coisas que dão errado.

Refutação: Eis que eu sou contra ti, ó soberbo, diz o Senhor DEUS dos Exércitos; porque veio o teu dia, o tempo em que te hei de castigar.

Jeremias 50:31

Isso é típico de arrogância Pessoas arrogantes e pretensiosas são mecanismos de autodestruição

E melhor ser feio e ser humilde, do que ser bonito e arrogante!

  • Normalmente arrogantes, não se constrangem em cometer atitudes abusivas com subordinados ou pessoas próximas.

Refutação: Isso são pessoas de caráter duvidoso e o pior de tudo que sua sagacidade eles enganam a si mesmo.

Mas, ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira.  Apocalipse 22:15

  • A necessidade constante de ser o centro das atenções é marca registrada dos narcisistas. 

Refutação: Blaise Pascal – Filosofo, matemático, físico, teólogo afirmou: Cristo é o centro de Tudo

O meu povo perece por falta de conhecimento – Oséias 4;6

  • Ambiciosos e com dificuldade em ter empatia, são capazes de tudo para obter o que desejam, mesmo que signifique prejudicar todos.
  • São auto-centrados e prepotentes.
  • Procuram atenção constante e admiração.
  • Consideram-se melhores do que outros.
  • Exageram os seus talentos e realizações.
  • Acreditam que eles têm direito a tratamento especial.
  • São facilmente feridos, mas podem não mostrar.

Alex G. Ramos

Leis que contrariam a Bíblia

Leis que contrariam a Bíblia e a igreja de Cristo

Introdução

O fundamento histórico e doutrinário do cristianismo

PL 122 – Iara Bernardi (PT – SP).

Projeto de lei da Câmara 122 de 2006, (PLC 122/2006) ou PL 122, também conhecida como lei anti-homofobia, foi um polêmico projeto de lei brasileiro apresentado pela então deputada Iara Bernardi (PT – SP).

 O projeto de lei tinha por objetivo criminalizar a homofobia no país e foi arquivado após passar oito anos no Senado sem obter aprovação. Era considerado por importantes juristas, entre eles dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), como constitucional. A aprovação imediata de alguma legislação específica para a criminalização da homofobia é apontada como “urgentemente” necessária no país por alguns especialistas. Para algumas entidades cristãs (católicas e protestantes), o projeto fere a liberdade religiosa e de expressão, por prever cadeia (até 5 anos) para quem criticar publicamente a homossexualidade, seja qual for a razão. No entanto isso não constava no texto da lei.

O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006 propunha a criminalização dos preconceitos motivados pela orientação sexual e pela identidade de gênero, equiparando-os aos demais preconceitos que já são objetos da Lei 7716/89. Esse projeto foi iniciado na Câmara dos Deputados, de autoria da ex-deputada Iara Bernardi e que ali tramitou com o número 5003/2001, que na redação aprovada pela Câmara propunha, além da penalização criminal, também punições adicionais de natureza civil para o preconceito homofóbico, como a perda do cargo para o servidor público, a inabilitação para contratos junto à administração pública, a proibição de acesso a crédito de bancos oficiais e a vedação de benefícios tributários.

PL 882/15 – O deputado Jean Wyllys PSOL.

O deputado Jean Wyllys (PSOL) apresentou nesta terça-feira (24) um projeto de lei que garante às mulheres o direito de interromper no Sistema único de Saúde (SUS) a gravidez de forma voluntária até a 12ª semana de gestação.

O projeto foi protocolado na Câmara dos Deputados (PL 882/15) e propõe que o Estado “garantirá o direito à reprodução consciente e responsável, reconhecendo o valor social da maternidade na garantia da vida humana, e promoverá o exercício pleno dos direitos sexuais e reprodutivos de toda a população, entendendo-se que a interrupção voluntária da gravidez não constitui um instrumento de controle de natalidade”.

De acordo com o texto, o direito à maternidade deverá ser voluntário e reconhecerá à mulher decisão sobre ter filhos, quando e como tê-los. JeanWyllys argumentou que no Brasil são realizados de 729 mil a 1 milhão de abortos de forma clandestina e insegura por ano. Ele fez referência a um estudo da Universidade de Brasília, que aponta que a maioria das interrupções de gravidez são feitas por mulheres de 18 e 39 anos, casadas, com filhos e com religião: uma em cada sete já abortou. “O aborto é, hoje, um assunto proibido em quase todos os espaços, e não importa o motivo para a interrupção da gravidez. O assunto é tratado como tabu, evitado em quase todas as campanhas eleitorais e a prática é criminalizada segundo o Código Penal. Precisamos tornar essa pauta numa política pública”, argumentou o deputado na sua conta no Twitter.

O projeto, que será encaminhado para as comissões da Casa antes de seguir para votação,  surge quase dois meses após o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ter dito que se negaria a colocar em votação qualquer proposta que trate-se da legalização de aborto.  

PL 134/18 – AUTORIA: Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa.

Institui o Estatuto da Diversidade Sexual e de Gênero.

PL 7270/2014 – Autor Jean Wyllys

Apresentação
19/03/2014

Ementa
Regula a produção, a industrialização e a comercialização de Cannabis, derivados e produtos de Cannabis, dispõe sobre o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas, cria o Conselho Nacional de Assessoria, Pesquisa e Avaliação para as Políticas sobre Drogas, altera as leis nºs 11.343, de 23 de agosto de 2006, 8.072, de 25 de julho de 1990, e 9.294, de 15 de julho de 1999 e dá outras providências.

Explicação da Ementa
Regula a produção e comercialização da maconha.

PL 4211/2012 – Autor Jean Wyllys

O projeto de Lei 4211/2012, batizado como Lei Grabriela Leite, foi protocolado em 2012 pelo Deputado Federal Jean Wyllys.

O que prevê o projeto de lei da regulamentação da prostituição

De acordo com o PL Gabriela Leite, é considerado profissional do sexo qualquer pessoa acima de 18 anos, em plena capacidade de suas funções mentais e físicas, que presta, voluntariamente, serviços sexuais em troca de dinheiro.

Isso significa que, caso a lei passe, os menores e considerados incapazes não terão direitos trabalhistas. Além disso, as condições que indiquem a exploração sexual dessas pessoas, continuará sendo crime passível de punição.

Porém, há muitas opiniões contrárias na sociedade em relação à regulamentação da prostituição e à garantia dos direitos trabalhistas do grupo.

O debate divide opiniões: grupos religiosos, cidadãos comuns e até dentro dos grupos feministas, os mais diversos argumentos são listados.

A regulamentação da prostituição tem como finalidade reduzir os riscos que os profissionais do sexo enfrentam no exercício de suas atividades.

Os profissionais passam a ter direitos às questões previdenciárias, além do auxílio da justiça para assegurar que sejam remunerados pelos seus serviços. Eles também ganham acesso ao direito do trabalho, à segurança e à saúde.

Alex G. Ramos

Juiz

O Juiz

O fato que o juiz pode influenciar e até determinar o resulta de um jogo de futebol, isso todos sabem, mesmo com ajuda dos bandeirinhas e agora com até o novo recurso “arbitro de vídeo”.  O juiz consegue cometer erros que comprometem a decisão final de um jogo de futebol.

A verdade é que nem sempre o juiz quer comprometer o resultado do jogo, o que acontece mesmo é que ele não teve a mesma visão dos que estavam disputando a bola no lance, então o juiz acaba fazendo o que é justo aos seus olhos. Mesmo querendo a certa e ser fiel ao que aconteceu aos seus olhos; O angulo e a distância da visão dele sempre permitirá que ele cometa enganos por não ter uma visão panorâmica do acontecido.

Agora, imagine você um JUIZ, que tem uma visão de 360º o tempo todo! E que além de ver tudo consegue também discernir a real intenção que saiu do coração da pessoa, e que jamais se corromperia para favorecer alguém injustamente! Pode não parecer, mas esse JUIZ existe!

E sempre que recorremos a Ele, temos a nossa causa justamente julgada e somos por Ele até favorecido sem que alguém seja prejudicado.

Alex G. Ramos

Dia do Pastor

Dia do Pastor

Parabéns meu amigo PASTOR! Guerreiro, sofredor; Aconselha todos e não tem ninguém para o aconselhar, grita e não é escutado, sofre sozinho e calado.

Só você e Deus. Se o seu ministério não fosse verdadeiro, certamente teria se corrompido ou abandonado, como é exclusivamente para Deus, você permanece firme, sempre sendo milagre de Deus na vida de centenas de pessoas.

Ser pastor, é o ofício mais injusto e ingrato de todos, porém, revelador. Assim, como você é, um grande homem de Deus!

Parabéns pelo seu dia! Embora ninguém saiba disso, mas você não é um simples pastor, na verdade você é também: Pai, Juiz, Psicólogo, Teólogo, Conselheiro, Protetor, Médico da alma, embaixador de Deus, intercessor, Líder, administrador, exorcista etc.

“Pois por mim tenho por certo que as aflições do tempo presente não são para se comparar com a glória que há de ser revelada em nós” Romanos 8;18

Att: Alex G. Ramos