Arquivo em Novembro 2019

EC PAR

Projeto de futebol com objetivo de levar a palavra de Deus, unir a paixão do futebol com a paixão por Cristo. O Projeto conta com diversos voluntário sendo a maioria da igreja Família Par.

O Futebol EC Par- promove um movimento evangelístico que conecta jovens da comunidades carentes da região de Guaianases, tendo como objetivo principal integrar, motivar, valorizar, distanciar das drogar, conhecer Deus, ensinar os valores da família, educação e moral.

Fazem parte do projeto social EC Par os jovens da periferias, favelas, comunidades, entre outros grupos e regiões socialmente excluídos.

Participam jovens de 12 a 20 anos, que vivem em situação precária de moradia, sob risco social e sem condições de desenvolvimento.

Atividades, eventos e torneios locais são realizados em diversas comunidades da região de Guaianases, em conjunto com outras ações comunitárias e de cidadania.

Através dessas ações buscamos proporcionar experiências de vida únicas a jovens que têm no esporte a chance de conhecer outras realidades e viver momentos de lazer e entretenimento, que acreditamos serem poderosas ferramentas na luta contra a pobreza e a violência do dia a dia. Sendo pois alguns observados por “Olheiros” com grande chances de serem revelação no mundo do futebol profissional.

Um dos resultados do projeto é a afastar os jovens do mundo do tráfico, roubo da violência.

Evangelismo do dia 24/11/2019

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    Igreja família Par realizou neste domingo (24/11/2019) um evento evangelístico, com finalidade de abordar pessoas na rua com demonstração de afeto, orando, abraçando e divulgando cartazes com palavras de amor, carinho e um chamamento para as igrejas virem para rua. Durante a realização do evento uma pessoas aceitos a Cristo outras retornaram para a comunhão de suas respectivas igrejas. O ato contava com a presença de 24 pessoas entre adulto e crianças. A ação foi realizada no Parque vila Rodeio – Guaianases São Paulo – SP

     

    Ana Júlia em demonstração de ternura exibe o cartaz.

    “SORRIA VOCÊ ESTÁ SENDO AMADO”

     

     

    Foto: Daniel G. Ramos

    O que a bíblia é?

    O livro sagrado de todo cristão

    O fundamento histórico e doutrinário do cristianismo

    O manual da vida eterna

    A geografia da alma

    O único meio que nos leva a conhecer a Deus

    A única formula de regra de fé

    O livro mais vendido do mundo

    Autoridade eclesiástica

    O livros mais traduzido

    O livro mais antigo

    A Bíblia Sagrada é o maior best-seller de todos os tempos, e com isto a estimativa é de que mais de 5 bilhões de cópias que já tenham sido vendidas.

    O livro que mais demorou para se escrito 1500 anos

    Um livro incontestável

    Fonte de estudo e pesquisa

    O único livro escrito por mais de 40

    O que a bíblia foi ?

    O primeiro livro impresso do mundo

    O livro mais popular, traduzido em 1500 línguas e dialetos

    Escrita muito antes da invenção do papel

    O que a bíblia contém?

    A infalível palavra de Deus

    A profecia do fim dos tempos

    A revelação do fim dos tempos

    O endereço do céu

    A Salvação do cristão

    As doutrinas de toda igreja Cristã do mundo

    O que a bíblia não é?

    Um livro mentiroso

    Um livro falso

    Um livro fictício

    Um livro obsoleto

    “HAY QUE LEER”

    Qualquer que seja a ideologia e o regime que regem os países em desenvolvimento,  na sua luta desesperada para “emergir” e ocupar um lugar de respeito no conceito das nações, a Educação e a Cultura, não poderia deixar de ser reconhecidas como alavanca principal para se alcançar o progresso.

             Na primeira oportunidade que tive de visitar Cuba, representando os editores brasileiros na Feira Internacional do Livro de Havana, me deparei com um enorme painel na entrada da feira com a insinuante frase.

    .“Nosotros no pedimos que crean, mas que lean”.

             Mesmo admitindo na frase uma forte conotação anti-religiosa, reflexo certamente do dogma marxista que identifica na religião o ópio do povo, pode-se emprestar a ela, qualquer que tenha sido a intenção inicial, um significado mais amplo e mais universal, que convida o povo a ler, antes de abraçar uma ideia, uma profissão, uma ideologia e, por que não dizer, também uma crença religiosa.

             Assim, parece ser consenso identificar no solitário ato de ler o primeiro e decisivo passo para que a luz se faça em qualquer atividade, sobre qualquer assunto, mesmo que seja para melhor contestar, com o necessário conhecimento de causa e mais apurado senso crítico.

             Mas atribuir ao livro e ao hábito da leitura somente um único e importante fator no desenvolvimento da Educação e da Cultura, no sentido meramente material, é muito pouco.

            

             Com toda a ciência e a tecnologia à disposição dos meios de comunicação de massa e de informação, que a cada dia mais se sofistica, o jovem desde tenra idade, que já nasceu “teveguiado”,  é submetido a um verdadeiro e diuturno bombardeio de informações e de insinuantes apelos, que o induzem à competição desenfreada, e à crença de que o melhor é o mais esperto e o que chega primeiro, qualquer que seja o meio empregado para vencer.

             Na sociedade de consumo, verdadeiro campo de batalha para se ocupar um lugar ao sol, não existem concessões e nem se prevêem acordos.

             A competição, encarada no mal sentido, embrutece o homem, que passa a ver no seu semelhante um mero competidor a ser vencido.

             A esse propósito, Charles Chaplin, já proclamava em um trecho do “Último Discurso”: – 

    Pensamos em demasia e sentimos pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes a vida será de violência e tudo estará perdido”.

             Nem de longe pensarmos em condenar a sadia competição, que gera o necessário estímulo, mola mestra que determinou e conduziu a evolução da humanidade em todos os campos de atividade.

    O que não se percebe é que o ser humano é muito mais do que um intelecto a ser treinado ou uma máquina de produzir lucros. Ele tem e depende, para o seu pleno e harmonioso funcionamento, aspectos muitas vezes até mais importantes, como as emoções, o psiquismo, as energias e o espírito, que também precisam ser conhecidos, treinados e respeitados.

             Mas é um equívoco pensar que a educação acadêmica é suficiente para tornar um homem mais humano do que outro. A história tem mostrado que os maiores atos de violência perpetrados contra a humanidade foram e têm sido obra de homens de reconhecida cultura acadêmica.

             Na administração pública, ou em grandes corporações, o chamado crime de “colarinho branco” é praticado certamente por profissionais de respeitável escolaridade. 

             Difícil e pretensioso determinar regras para a imprevisível condição humana, mas  parece indiscutível que, mais consciente e preparado, o jovem tem maiores probabilidades de se distanciar das drogas, dos vícios e, em consequência, de todo o tipo de violência.

    Antes de se inserir na globalização que a vida moderna exige e abrir em leque seus relacionamentos, através das atuais formas de comunicação para a instrução e para o progresso o jovem deve “vacinar” seu espírito, por meio de sua interiorização e do despertar de seus sentimentos, mantendo-se em estado de alerta, para impedir que se torne excessivamente cerebral, em detrimento dos seus valores humanos.

             Assim, quase tanto quanto o ato de orar, o isolamento e a concentração que a leitura requer, e o envolvimento com os diferentes perfis dos mais variados personagens, em diversas situações e paisagens, provoca no leitor reflexão e senso crítico, além de permitir traçar paralelos com o seu cotidiano.

             Romance, poesia, biografia, história, filosofia, relato de viagens, crônicas, etc., são textos que a priore parecem não oferecer maiores aptidões para o desempenho de uma profissão, porém o propósito do autoconhecimento  é o primeiro passo para a conquista do desenvolvimento interior, como já pregava Santo Agostinho, e a leitura por prazer é a melhor forma de investir na sua evolução, tornando-se mais sensível e tolerante, com condições de melhor desempenhar sua profissão, porque em qualquer atividade, se destacará quem melhor compreender seu semelhante.

             O bom senso e a experiência também nos ensinam a temer o homem de um livro só, certamente a razão pela qual o poeta aconselhava muitos livros:

    “Livros, livros à mão cheia

    E manda o povo pensar”…

    Cosmo Juvela

    ” Cristologia – Monofista “

    Introdução

    Ao estudar teologia não se pode ler apenas o que queremos, temos que analisar todos os pontos de vista, para construirmos um pensamento coerente e não sermos taxados de ignorantes.

    O tema a seguir faz relatos de uma doutrina chamada de “monofismo” conforme seu idealizador Eutiques, afirma que as naturezas humana e divina de Cristo foram fundidas em uma natureza única (mono): e que sua natureza humana teria “se dissolvido como uma gota de mel no mar”. Sendo assim, os monofistas não acreditavam que Cristo possuía duas natureza, a divina e a humana, esse movimento foi condenado e concebido como doutrina herege na concepção católica, conforme Concilio de Calcedônia em 451.

    A igreja evangélica em sua doutrina também acredita que Cristo possuía as duas naturezas, tanto a humana como a divina. Conforme relatos bíblicos, não há embasamento para afirmar que Cristo tinha apenas a natureza divina, como podemos ver em Mateus 1;18 – Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo.

    A concepção foi da união divina com a união humana, ou seja, Maria engravidou pelo Espírito Santo. Fica lógico afirmamos que Cristo possuía as duas naturezas, tanto a humana como a divina. A narrativa bíblia deixa claro, para dar credibilidade ao monofismo a bíblia teria que afirmar que Cristo não foi gerado de Maria e sim somente do Espírito Santo, o que não faz sentido algum!

    Devemos analisar também quem foi Eutiques e qual o propósito dele em propagar essa doutrina monofista, qual o impacto teria na fé e doutrina cristã?

    Conforme a fonte Wikipédia, a enciclopédia livre

    Eutiques foi um monge de Constantinopla, que fundamentou a heresia do monofisismo. Eutiques negava que Cristo, após a encarnação, tinha duas naturezas perfeitas. Nasceu no ano de 378, provavelmente em Constantinopla. Ingressou na vida monástica em um monastério da capital, onde teve como superior um abade de nome Máximo, ferrenho adversário do nestorianismo. Nascia assim, graças à sua formação religiosa, um repúdio intransigente pelas doutrinas que versavam sobre a existência de duas naturezas em Cristo.

    Já como sacerdote, Eutiques começou a participar ativamente das questões doutrinárias.

    Pelos idos de 440, ele converteu-se numa figura de grande projeção no monofisismo em Constantinopla e, quando subiu ao poder, em 441, principiou uma campanha fulminante contra o nestorianismo, atacando a todos a quem julgava suspeitos. Assim ele denunciou a Teodoreto de Ciro, Ibas de Edessa, Domno II de Antioquia (442-449) e até Flaviano de Constantinopla fora denunciado em uma carta enviada por ele à sé romana.

    Em 8 de novembro de 448, num sínodo regional em Constantinopla presidido pelo patriarca Flaviano, Eusébio de Dorileia, um dos primeiros que haviam sido denunciados por ele como adepto ou simpatizante do nestorianismo, acusou-o de heresia. O sínodo, depois de uma turbulenta onda de acontecimentos políticos, concluiu pela condenação de Eutiques como herético.

    Torna-se muito difícil saber precisamente qual a base fundamental da doutrina cristológica defendida por Eutiques, seja porque nenhum de seus escritos sobreviveu até os tempos presentes ou mesmo pela imprecisão ou inconsistência da mesma. Pode-se considerá-lo, entretanto como o criador ou inspirador do monofisismo, ou seja, a consideração de uma única natureza em Cristo, que as duas naturezas se fundiram em uma única depois da encarnação e que ele, Cristo, não seria humano.

    Definição

    Monofismo é a doutrina que contraria a definição da igreja ortodoxa a respeito das duas naturezas completas de Jesus Cristo, a humana e a divina.

    Monofisismo (do gregomonos – “único, singular” e physis – “natureza”) é o ponto de vista cristológico que defende que, depois da união do divino e do humano na encarnação histórica, Jesus Cristo, como encarnação do Filho ou Verbo (Logos) de Deus, teria apenas uma única “natureza”, a divina, e não uma síntese de ambas. O monofisismo é contraposto pelo diofisismo, que defende que Jesus preservou em si as duas naturezas.

    Historicamente, o monofisismo se refere primordialmente à posição dos que (especialmente no Egito e, em menor grau, na Síria) rejeitaram as decisões do Concílio de Calcedônia em 451 (o quarto concílio ecumênico). Os membros mais moderados entre eles, porém, defendem a teologia “miafisita“, que se tornou a oficial para as Igrejas Ortodoxas Orientais. Muitos ortodoxos orientais, porém, rejeitam essa classificação, mesmo como um termo genérico, mas ele é amplamente utilizado na literatura histórica.

    Após o Concílio de Calcedônia, a controvérsia monofisita (juntamente com outros fatores institucionais e políticos, além de um crescente nacionalismo) levaram a um duradouro cisma entre as Igrejas Ortodoxas Orientais de um lado e as Igrejas Ortodoxas e a Igreja Católica de outro. O conflito cristológico entre monofisismo, diofisismo e suas sutis combinações e derivações durou do século III até o VIII e deixou sua marca em todos os concílios ecumênicos, com exceção do primeiro. A vasta maioria dos cristãos atualmente pertence às chamadas igrejas “calcedônias”, ou seja, a Católica Romana, a Ortodoxa e as igrejas protestantes históricas (que são as que aceitam a autoridade de pelo menos os quatro primeiros concílios). Todas elas sempre consideraram o monofisismo como sendo herético.

    Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Monofisismo

    Miafisismo (também chamado de henofisitismo) é uma fórmula cristólogica das igrejas ortodoxas orientais e de várias outras igrejas que aderiram somente aos três primeiros concílios ecumênicos. O miafisismo afirma que na pessoa una de Jesus Cristo, Divindade e Humanidade estão unidas em uma única ou singular natureza (physis), as duas estão unidas sem separação, sem confusão e sem alteração[.

    Historicamente, cristãos calcedonianos tem considerado o miafisismo em geral como “agradável” numa interpretação ortodoxa, mas eles, de toda forma, percebem o miafisismo das Igrejas ortodoxas orientais como uma forma de monofisismo. As Igrejas ortodoxas orientais rejeitam esta caracterização.

    As duas naturezas

     A palavra natureza denota substância ou essência. “São as propriedades de uma substância que fazem parte do que ela é mas, não a forma individual que ela possa assumir”.

      W.G.T.Shedd, Dogmatic Theology, Nashiville: Thomas Nelson Publishers,  vol 2, pág 291

    Conclusão

    Monofistas – uma única natureza

    Embora os termos parecem complexos e de difícil entendimentos, vemos apenas o modo como alguns seguem a respeito da cristologia, sendo que os monofistas negam que Cristo tinhas duas naturezas perfeitas. (do gregomonos – “único, singular” e physis – “natureza”) ou seja, uma “só natureza”.

    Diofisismo – duas naturezas

    Já os diofisismo, também difisismo, é um termo teológico utilizado para identificar um particular ponto de vista cristológico sobre o entendimento de como as naturezas humana e divina se relacionam na pessoa de Jesus Cristo. O termo vem do grego e significa literalmente “duas naturezas“. Nesta interpretação, se refere às duas naturezas distintas existindo em uma única pessoa, una e singular, de Jesus (união hipostática).